domingo, 23 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Vivenciando processos de educomunicação



Vivenciando a educomunicação

A expansão tecnológica vem sendo uma boa maneira de interação e inclusão quando o assunto é comunicação. Atualmente a comunicação pode ser feita rapidamente através de pequenos equipamentos tecnológicos a quilômetros de distância, porém a realidade de um grande número de pessoas é outra, que mesmo tendo acesso livre a tecnologia, não tem acesso à informação que o inclua nas discussões da sociedade.
Nossa ultima aula, sobre educomunicação, aconteceu no Sesc Interlagos. Interessante como um lugar consegue tocar o coração. Mais ainda, perceber como isso influencia nossa forma de se comunicar.
Durante uma dinâmica realizada por Sorrentino, ficou evidente que a falta de comunicação educativa vem deixando lacunas que precisam ser revistas. Uma alternativa mitigatória é a educomunicação, que veio justamente para mudar aos poucos esse cenário, articulando ações de comunicação, através de programas de rádio, blogs, vídeos e etc, proporcionando assim o protagonismo e a interação entre as pessoas e a multiplicação da comunicação.
A educomunicação traz o princípio da construção conjunta da comunicação, ou seja, de mão dupla e a partir da realidade daquele que a produz. Ferramenta essencial na educação ambiental que se propõe critica e transformadora. Se é critica e transformadora, deve-se considerar a pluralidade de ideias e a diversidade de visões de mundo.
Ao refletirmos sobre o que nos marcou nessa aula, nesse espaço, arriscamos dizer que ao mudarmos a lógica da aula/sala de aula, estimulamos nossos sentidos para perceber além do óbvio.  Aquilo que olhamos, mas não vemos.
Ao realizarmos as dinâmicas da produção dos vídeos, nos permitimos ouvir o outro com quem estamos convivendo há quase um ano, com a curiosidade de uma criança fazendo novos amigos. A tranquilidade do espaço desacelera e coloca em evidência coisas que deixamos de lado na correria do dia a dia: sentimentos, curiosidades, vontades, descobertas, reflexões...
Refletimos muito: o que gostaríamos de saber desse colega, qual o melhor lugar par expressar isso. Olhamos o espaço com outros olhos. E percebemos... Percebemos que existem várias formas de se comunicar além daquele que nos atropela todos os dias. Comunicar é um verbo de várias conjugações. Comunicar se dá com ou sem palavras. O olhar comunica, assim como o ambiente.

Foi muito bom dar voz e ter voz. Foi muito bom olhar e ver. E ser visto.  Esse é o sabor que vai ficar dessa experiência.


                 fonte:  https://educomunicacao.wordpress.com/

Ana Carolina Monteiro  e  Stella Marla Siste 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

SONHOS

Sorrentino fala sobre os sonhos. Como eles levam as pessoas a uma convergência entre si, liga uns aos outros. É a força que necessitamos para romper com a depressão.

A educomunicação é uma prática importante para o processo de romper com o silêncio, de dar voz, de OUVIR!

Dar voz para assim nos apoderarmos das responsabilidades políticas, agindo com coerência, pois as políticas públicas devem ser consequência do que pactuamos com a sociedade, e não o contrário.

Sorrentino fala ainda da alienação da sociedade em relação à vida, principalmente dos "urbanóides". Deve-se haver uma aproximação das pessoas com a essência. Mas para isso devemos ter muita energia... e esta energia está ligada aos sonhos, às coisas que acreditamos e nos movam.

Ele termina com a constatação de que o ambientalismo questiona um monte de obviedades da sociedade atual e está, justamente aí, sua complexidade.



Vídeo do início da Roda de Conversa com Marcos Sorrentino no Sesc Interlagos (08/11/2014)

Esse vídeo mostra a provocação inicial de Marcos Sorrentino em sua fala sobre Educação Ambiental.

Ele determina 4 passos :
Passo 1: Projetos de educação Ambiental dentro de cada instituição.

Passo 2: A Instituição não pode ficar fechada nela mesma, deve sair e conversar com a população do entorno. Quais são as causas da população? Não basta uma ação pontual, pois a problemática é mais ampla, o que leva ao terceiro passo.

Passo 3: Articulação com outras instituições. Programa Político Pedagógico territorial. Envolvimento de todos os atores levando a um coletivo de instituições para gerar um enfrentamento de forma estruturada para acumular forças.

Passo 4: Radicalização Pedagógica que permita que os já envolvidos contagiem, com o seu envolvimento, outras pessoas do território. De modo que elas estejam constantemente engajadas e recebendo informações. Se não, correm o risco de afundar-se no individualismo da sociedade. Uma ação como Pedagogia do Envolvimento para ganhar gente que se mantenha no projeto. Para realizar este último passo é preciso de dinheiro, pois  não  havendo recursos os atores estão em risco iminente de sair do projeto. Para realizá-lo então, é necessário buscar respaldo em políticas públicas.

O quarto passo, segundo Sorrentino, não foi conseguido em nenhum projeto de Educação Ambiental ainda.

Além dos 4 passos, Sorrentino coloca 3 eixos transversais:
1- Conhecimento científico racional;
2- Conhecimento estético, ético, espiritual, das artes (que transcenda o racional);
3- Aprendizado da Política e das Relações Humanas.

Espero que tenham gostado da introdução...